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Uma ligação de vídeo do CEO autorizando uma transferência urgente de R$ 4,2 milhões. A voz era dele. O rosto era dele. Os gestos eram familiares. Tudo parecia legítimo — mas era um deepfake. Esse caso real, reportado pela empresa britânica de engenharia Arup em 2024, resultou em prejuízo milionário porque nenhum dos funcionários presentes na chamada percebeu que estava conversando com uma inteligência artificial. Saber como identificar deepfake deixou de ser curiosidade tecnológica para se torna

O Desespero das Primeiras Horas e o Poder da Tecnologia São 3h da madrugada quando você recebe uma ligação que ninguém quer atender. Do outro lado da linha, uma voz desesperada informa que um ente querido desapareceu há 12 horas e não há pistas sobre seu paradeiro. Nos primeiros momentos após um desaparecimento, cada minuto conta exponencialmente. O que muitas famílias não percebem é que saber como localizar pessoa desaparecida envolve muito mais do que procurar fisicamente ou registrar um bole

Imagine descobrir que alguém abriu uma conta bancária, contratou empréstimos e fez compras parceladas usando o seu CPF — e você só fica sabendo quando a cobrança chega. Esse cenário, que parece filme, é a realidade de milhões de brasileiros cujos dados pessoais foram expostos em vazamentos e acabaram à venda na dark web. Saber se seu CPF está na dark web não é mais paranoia: é uma medida básica de segurança digital que todo brasileiro deveria adotar. O megavazamento de janeiro de 2021 expôs dad

Você recebe uma foto suspeita por e-mail. Pode ser de um processo judicial, uma investigação corporativa ou até uma questão pessoal. A imagem não tem nenhuma legenda, nenhuma pista visual óbvia sobre a localização — apenas um cenário genérico com uma rua, alguns prédios e vegetação. A pergunta inevitável surge: onde essa foto foi tirada? A resposta pode estar escondida dentro do próprio arquivo, nos metadados que a maioria das pessoas nem sabe que existe. Descobrir onde uma foto foi tirada é um

Um funcionário de uma empresa de logística em Curitiba percebe que R$ 2,3 milhões desapareceram das contas corporativas durante o fim de semana. Os logs do sistema financeiro mostram acessos legítimos — credenciais válidas, IPs internos, horários plausíveis. Sem uma investigação digital estruturada, esse dinheiro simplesmente evaporou. É nesse cenário, cada vez mais comum, que a investigação de crimes cibernéticos se torna não apenas relevante, mas indispensável. O Brasil registrou mais de 103

Toda investigação digital começa com uma pergunta — e as respostas, na maioria das vezes, estão disponíveis publicamente. OSINT (Open Source Intelligence), ou inteligência de fontes abertas, é a disciplina que transforma dados públicos em informação acionável. No Brasil, onde bases de dados governamentais, redes sociais e registros públicos oferecem uma quantidade impressionante de informação acessível, dominar as ferramentas certas de OSINT pode ser a diferença entre uma investigação que avança

Você já se perguntou quem é o profissional que analisa celulares apreendidos em operações policiais, recupera dados apagados de notebooks corporativos ou produz laudos técnicos que decidem processos judiciais milionários? Esse é o perito forense digital — e a demanda por esse tipo de especialista nunca esteve tão alta. Com o crescimento exponencial de crimes cibernéticos e a digitalização quase total das comunicações, saber como ser perito forense digital se tornou uma das buscas mais frequentes

Imagine a seguinte situação: um advogado precisa provar que determinadas mensagens de WhatsApp foram enviadas em uma data específica, a partir de um dispositivo específico, e que não sofreram nenhum tipo de adulteração. Um simples print de tela resolve? Na maioria dos tribunais brasileiros, a resposta é não. A perícia forense em WhatsApp se tornou uma das disciplinas mais demandadas da investigação digital moderna — e entender como ela funciona pode ser a diferença entre ganhar ou perder um caso

A Selfie que Revelou o Esconderijo do Sequestrador Em 2025, a polícia de Minas Gerais localizou um sequestrador que mantinha refém há 72 horas graças a uma selfie. O criminoso postou foto no Instagram para provocar a família da vítima, sem perceber que a imagem carregava coordenadas GPS exatas com precisão de 5 metros. Peritos extraíram os metadados GPS investigação da foto em minutos e a equipe tática chegou ao local em 40 minutos. A vítima foi resgatada ilesa. O sequestrador não entendeu como